#2 Ciclo de Cinema ‘O movimento negro’

Durante o mês de Abril vai decorrer na Laranjinha, espaço de vida colectiva e um centro social e cultural em construção, o ciclo de Cinema “O movimento negro”, todas as quintas-feiras às 21h.

Na 2ª sessão vamos passar o filme Quilombo, é um filme de co-produção brasileira e francesa de 1984, dirigido por Cacá Diegues.

«Num engenho de Pernambuco, por volta de 1650, um grupo de escravos se rebela e ruma ao Quilombo dos Palmares, onde existe uma nação de ex-escravos fugidos que resiste ao cerco colonial, entre eles Ganga Zumba, um príncipe africano. Zumbi, seu herdeiro e afilhado, contesta as ideias conciliatórias de Ganga Zumba e enfrenta o maior exército jamais visto na história colonial brasileira.»

Como chegar:
https://laranjinhar.wordpress.com/como-chegar/

Para espreitarem:
https://www.youtube.com/watch?v=ewl5fHKQvKAImage

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3 pensamentos sobre “#2 Ciclo de Cinema ‘O movimento negro’

  1. Por que é que os okupas okupam sempre bons espaços e nao okupam prédios abandonados com necessidades de reabilitação a serio, ser okupa numa vivenda de 250.000 euros tambem eu, contem comigo- P.S. tenho interesse em adquirir um painel solar como o que os senhores possuem, podiam-me indicar aonde posso adquirir um do mesmo género…

  2. Olá Joana, eu estava por aqui a espreitar este blog e vi o comentário que fizeste (se permites que me dirija a ti por tu). Já okupei por três vezes na minha vida, embora desconhecesse até há pouco tempo a Laranjinha. Escrevo-te por isso a título individual.
    Daquilo que conheço em Portugal, os/as okupas okupam os mais variados espaços nas mais variadas condições, que têm contudo uma característica em comum: estão há vários anos abandonados pelas/os proprietárias/os.
    Para quem acredita que a habitação deve ter o uso social para que foi feita, ainda para mais num contexto em que cada vez é mais premente a necessidade de espaços de habitação e cultura que não estejam limitados por objectivos comerciais, okupar edifícios abandonados pelas suas proprietárias é, mais que um direito, um dever.

    Quanto ao edifício que se escolhe okupar, depende de várias variáveis, objectivas e subjectivas. Por exemplo, estado de conservação. As/os okupas não são empresas de reabilitação urbana, a sua capacidade de recuperação de um espaço é limitada. E já houve okupações despejadas com o pretexto de que o edifício não tinha condições de segurança, de tal forma estava degradado. Outra variável pode ser a localização, que determina quem frequenta o espaço, a população a quem se pretende chegar, etc. E por aí fora.

    Se tens energia para escrever um comentário neste blog, talvez sejas uma pessoa que pode ser útil num espaço que deseja levar cultura e debate ao local onde se insere. Por que não propores algo a quem está na laranjinha?

    Um abraço

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